PARCERIAS

Ao longo dos anos, a Casa Líquida tem construído uma rede pulsante de colaborações com instituições e iniciativas que atravessam diferentes campos do pensamento e da criação. Entre elas, destacam-se parcerias com museus e centros culturais, além de espaços independentes e experimentais. No campo editorial e acadêmico, soma trocas potentes com editoras e com instituições de ensino e pesquisa.

  • Recebemos o artista Novíssimo Edgar, representado pela galeria, entre 2024 e 2025, oferecendo suporte de moradia e ateliê.

  • Diversas colaborações com o Campo Arte Contemporânea foram estabelecidas ao longo dos anos. A casa ofereceu residência e espaço de criação para o espetáculo Uirapuru; acolheu integrantes do Original Bomber Crew, grupo referência da cultura hip hop nordestina; e hospedou o coreógrafo e pesquisador Marcelo Evelin, um dos fundadores do Campo, em processo de criação.

  • Em 2019, a Casa Líquida ofereceu moradia temporária para 25 pacientes da residência terapêutica Casa Hans Staden do Rio de Janeiro, reafirmando seu compromisso com práticas de cuidado e acolhimento em diferentes frentes de atuação social e afetiva.

  • A Comunidade ribeirinha da Boa Esperança, localizada na zona norte de Teresina (PI), é o lar de 3.800 famílias que construíram suas casas com as próprias mãos. A Casa Líquida hospedou as lideranças da comunidade durante um encontro em São Paulo, sendo ponto de encontro e debate.

  • Em 2019, a Casa Líquida foi parceira do projeto internacional Immediations, promovido pela Concordia University, acolhendo alunos e professores por um mês com moradia e espaço para vivências em arte e ativismo.

  • Parceira frequente do Instituto Casa Líquida, a Editora Leviatã realiza o Festival INDEX — encontro de som, corpo e imagem. A casa acolhe artistas nacionais e internacionais participantes do festival, oferecendo espaço para imersões criativas e apresentações. Na edição 2025 do festival, a Casa Líquida foi parceira de realização e curadoria.

  • A parceria com a Editora N-1 se manifesta por meio de diversos lançamentos de livros realizados na casa, como obras de Suely Rolnik, Christine Greiner e Maurizio Lazzarato. Os encontros reforçam o vínculo entre pensamento crítico, produção editorial e práticas artísticas.

  • Em 2018, a casa sediou o lançamento do livro Nunca juntos mas ao mesmo tempo, de Wagner Schwartz, publicado pela Editora Nós.

  • Na 15ª edição do Festival Novas Frequências, realizada em 2025, a Casa Líquida foi palco de ações performáticas sazonais, comissionadas e site-specific. A parceria também abriu as portas para o CRUZA, residência artística da casa, onde artistas residentes compartilharam seus ateliês e processos em curso.

  • Em 2025, a Casa Líquida recebeu a artista sul-africana Helena Uambembe para um período de um mês e meio de moradia e criação. Durante sua estadia, Helena desenvolveu parte do trabalho que integra a 36ª Bienal de São Paulo.

  • A relação entre o Instituto Casa Líquida e o Instituto Dragão do Mar é contínua. A primeira parceria acolheu o artista Emiciomar, que viveu por dois meses na casa, criando um disco no Estúdio Sem Piscina — o estúdio de música do Instituto.

  • Em parceria no campo curatorial, a Casa Líquida participou da curadoria da residência Lab Verde, edição 2025, sediada na Amazônia, indicando um artista residente do CRUZA, programa de residência da Casa Líquida para integrar a edição.

  • Em parceria com o MAM, o Instituto Casa Líquida acolheu o artista Davi Pontes, oferecendo espaço de moradia e criação. O artista esteve em processo de criação de um trabalho comissionado para o 38º Panorama da Arte Brasileira.

  • ​​O Instituto acolheu a artista Diana Barquero (Costa Rica), Abiniel João Nascimento (Recife/Pernambuco), Luana Vitra (Contagem/Minas Gerais), Eli  (Recife/Pernambuco) oferecendo espaço de moradia e proporcionando a permanência destes artistas em São Paulo durante todo o período de residência deles na Pivô.

  • Como parte de sua atuação curatorial, o Instituto indicou dois artistas residentes para compor a residência artística do Programa Pororoca, realizada em parceria com a Casa Embura, no extremo sul de São Paulo. Essa articulação amplia redes autônomas entre práticas artísticas e territórios periféricos.

  • Em 2024, o Instituto Casa Líquida recebeu o encontro anual do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, abrindo suas portas para o diálogo entre práticas políticas, organização coletiva e escuta pública.

  • Ao final de cada semestre, o Instituto Casa Líquida sedia a aula de encerramento da disciplina de Pós Graduação em Ciências Políticas da USP, abrindo seu espaço como território de escuta, encontro e pensamento compartilhado.